a menor distância (ou referências)
Pois, eis que as teclas se encontram com as pontas dos meus dedos de maneira sequencial, e apesar de algumas imperfeições e consequentes correções, um novo, pequeno e inutil texto se forma... porém, apesar de ágil, ainda demora... há o tempo para as "consequentes correções"... continuo usando os tres pontinhos, mas ja existem também as aspas....uma evolução! o proximo passo é aprender a usar o &... tao belo, o "e" comercial...nunca consegui faze-lo manuscrito...
Ok, confesso, muitas vezes nao consigo... e também nao consigo me fazer entender... só as vezes, mas ai a raiva ja é tanta que acabo sendo intragável, ou mais intragável... mas "sereno é quem tem a paz de estar em par com deus"... logo, somos cúmplices... e como depois da tempestade vem o Bonanza (antigo seriado que poucos lembram), aproveitei escrever antes que só eu mesmo leia essas bobagens... os mais atentos dirão: "não é seu estilo"... pois, desculpe, nem sempre sou previsível... falando nisso, um texto do Orton diz a frase mais perfeita sobre o tema: "o inesperado sempre acontece quando menos se espera".
Portanto, tanto faz ser entendido ou nao, ser previsível ou inesperado... continuo, firme forte e rijo...as vezes a ostra se abre quase pode ser vista como normal...outras vezes, se tranca e abusa das aspas... "que há de se fazer?"
Talvez poste logo, talvez não, talvez deva falar sobre teatro, talvez não... sexo talvez, carne... "de que um homem justo e honesto pode falar com mais prazer? Respondo: de si mesmo. Portanto falarei de mim..." meu compadre Dostoievski cada vez mais certo... e eu mais certo das minhas certezas...
Escrito por Emerson Rechenberg às 02h40
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