quase nada (ou muito) a declarar
As vezes as palavras transbordam, impelidas por uma força maior...
As vezes nao tem porquê, nao tem motivo... quando elas sufocam, fazem perder o fôlego, ai escapam, marotas...
E quase nunca ha um interlocutor... e se há, é sempre tao dificil só ouvir, sem medir...
Sempre prezei pelo silencio, pelas pausas... e pelas reticências... já falei sobre elas...
E hoje, falo sobre nada, ou sobre tudo... afinal não passam de divagações, não?
Escrito por Emerson Rechenberg às 00h00
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